terça-feira, 6 de outubro de 2009

Frio

Já estou me acostumando com o frio. Segunda feira, meu primeiro dia na escola, ao meio dia a temperatura era de 7°C. Também tinha uma chuvinha fina que nem incomodava, mas resolvi comprar um guarda-chuva. No centro os preços variavam de 18 a 25 dólares, mas no caminho de volta para casa, num comércio de bairro, comprei um por 8 dólares e também um gorro pra manter as orelhas aquecidas. O que economizei dá para um chopp.
Na descida da ladeira que vem dar aqui em casa estava ventando um horror. Se não fosse o guarda-chuva para me abrigar, eu teria congelado. A temperatura devia estar a uns 5°C. Quando cheguei em casa, o termômetro da cozinha marcava 11°C. Fiquei na sala, na frente da lareira me aquecendo (Que chique!) antes de ir tomar banho.

Chopps

Domingo estava planejando ir a "Mission Bay" mas como o tempo não estava para praia fiquei pelas redondezas. Do outro lado da rua há um bosque com trilhas para passeios. Então fui ao supermercado por dentro do bosque; corta caminho e é mais agradável do que ir pela rua.
Não é fácil encontrar um boteco pra tumá uma por aqui. São poucos os restaurantes, cafés ou similares autorizados a servir bebidas alcoólicas. Aqui na rua tem uma plaquinha que diz algo como: "Área livre de álcool". Pode? Mas no pequeno comércio nas proximidades do supermercado há um "pub" (não dá para traduzir simplesmente como barzinho) onde pude degustar meu primeiro chopp neozelandês.

sábado, 3 de outubro de 2009

Homestay.

Blockhouse Bay é um bairro residencial bem tranquilo, fica a menos de uma hora de ónibus do centro da cidade. Tem terreno acidentado, cheio de pequenas elevações. A rua, uma ladeira que termina numa grande baía, tem patinhos nos gramados das calçadas e passarinhos cantando. A casa, uma das últimas da rua, fica numa elevação do terreno, às margens da baía.
Estou acomodado num pequeno e aconchegante quarto em forma de "L", quentinho e bem iluminado por duas janelas.
Erik e Michele, meus anfitriões, são holandeses e além de Kurt, seu filho, há na casa mais três hóspedes e dois periquitos. Jeff da Coreia, Wata do Japão e Pedro da Colômbia. Os periquitos também não têm cara de nezelandezes, mas não sei de onde vinheram.